Em julho de 1816, sob a liderança do General San Martin (Argentino - Criollo) lutou pela independência do Sul da América do Sul, declarou a independência das Províncias Unidas do Rio da Prata (Argentina). O Chile e o Peru ainda estavam sob o domínio espanhol e representava uma ameaça as províncias do Rio da Prata. San Martin uniu-se às forças rebeldes que combatiam os espanhóis no Chile, e após duas vitórias, declara a independência do Chile. Em 1821, San Martin avança com suas tropas para o Peru e declara a independência do país.
Em 1819, Simón Bolivar (Venezuelano - Criollo) lutou pela independência do Norte da América do Sul e proclama a independência da Grâ-Colombia - antigos territórios do Vice Reinado de Nova Granada (Colombia), Capitania Geral da Venezuela e Real Audiência de Quito (Equador); tornando-se Presidente da Grâ-Colombia de 1819 a 1930. Em 1821, um dos generais de Simón Bolivar, Antonio Sucre, libertou o Alto Peru (Bolívia).
O sonho de Simón Bolivar era com a formação de uma confederação de países da América Latina, onde os países seriam unidos por laços de amizade e cooperação econômica. Em sua visão, era a única forma de enfrentar as potências européias. Seu projeto era o de submeter a Grâ-Colombia ao seu comando e ao domínio da Venezuela. Hoje em dia, seu projeto é seguido pelo Presidente da Venezuela Hugo Chaves que chama seu país de Rpública Bolivariana.
Por volta de 1825, os antigos domínios espanhóis na América tinham se tornado países livres com a Proclamação da República (um estado em que o governo é dirigido pelos cidadãos através de seus representantes eleitos democraticamente pelo povo). Mas, os governos republicanos latino americanos eram dominados por uma minoria da população, empresários e ricos fazendeiros que ficaram conhecidos como Caudilhos. Esses não permitiam a participação política dos cidadãos nos destinos dos seus países. O poder político e militar dos caudilhos era determinado pelo número de moradores e trabalhadores de suas fazendas e empresas, que em épocas de eleições, garantiam suas vitórias através da fraude eleitoral e da violência. Os caudilhos guerreavam entre si pelo poder nas cidades, nos estados, como também se aliavam a diferentes caudilhos de nações latino americanas para chegar ao poder.
Todos os países latino americanos tornaram-se dependentes da Inglaterra, que havia apoiado as independências dos países da América Latina, através de empréstimos feitos pelos banqueiros ingleses a empresários e fazendeiros, a juros altissímos, fazendo com que as riquezas das antigas colônias espanholas continua-se a migrar para a Europa, agora para a Inglaterra.
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